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Empréstimos
As modalidades de cada tipo de financiamento
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Cheque especial

O limite de crédito concedido pelo banco varia de acordo com a renda do cliente e com a avaliação de risco feita pela instituição financeira. Muitas pessoas acabam incorporando o valor do cheque especial à renda mensal, e passam a usá-lo sempre. Uma pesquisa do Banco Central revelou que, agindo assim, o correntista pagaria juros médios de 176,7% ao ano. Portanto, evite entrar no limite do cheque e só conte com ele em situações de emergência. Se contrair uma dívida, tente liqüidá-la por meio de um empréstimo pessoal, pois os juros desta modalidade de crédito são menores.

 

Empréstimo Financeiro

É um serviço oferecido por diversas empresas, todas devidamente autorizadas pelo governo. De qualquer forma, quem procura este serviço de empréstimo financeiro encontra-se em uma situação delicada, seja de ordem pessoal, profissional ou mesmo de saúde.

 

Empréstimo Pessoal

É oferecido pelo banco, normalmente com juros pré-fixados, após uma análise do histórico do cliente. Como o risco de inadimplência para a instituição financeira é baixo, o empréstimo pessoal apresenta juros inferiores às taxas do cheque especial e do cartão de crédito. É uma forma de financiamento em que o valor contratado é emprestado ao cliente, para o fim que bem entender, com juros de mercado que podem oscilar de 3 a 15% ao mês.

 

Empréstimo Consignado

Os trabalhadores das empresas privadas, sob o regime da CLT, passaram a ter acesso a empréstimos com juros bem mais baixos que os cobrados no cheque especial, cartão de crédito, crédito pessoal. Anteriormente apenas funcionários públicos se beneficiavam deste tipo de empréstimo.
Trata-se de uma modalidade de empréstimo com desconto de prestações em folha de pagamento (crédito consignado), ou seja, o trabalhador receberá seu salário já deduzido da prestação devida ao banco.
Não precisa ter conta corrente na instituição, o consumidor poderá obter empréstimo em um banco diferente daquele onde é creditado seu salário. Os aposentados e pensionistas do INSS, desde maio/2004, também têm direito a esta modalidade de empréstimo.  

 

 Legislação

Lei do Protesto - Já no primeiro artigo, ao definir o protesto como sendo “ato formal e solene destinado a provar inadimplência e descumprimento de obrigação originada de títulos e outros documentos”, confirma a natureza clássica do protesto de títulos.O protesto é o ato formal, pelo qual se salvaguardam os direitos cambiários, solenemente feito perante oficial público. É preciso, sempre, submeter a eficácia do protesto ao respeito da forma legal e, ainda, do anúncio explícito aos terceiros, como pressuposto de sua validade e meio eficaz de prova.O termo descumprimento está vinculando à obrigação de fazer ou de não fazer e, quando se refere à inadimplência, se refere à obrigação de pagar. Ambos correspondem à não-satisfação, pelo obrigado, do modo, do tempo e do lugar pelos quais se comprometeu. O protesto sempre e só tem origem em instrumento escrito, no qual a dívida esteja expressa e cuja existência se comprove com seu exame extrínseco, estranho aos elementos negociais que o integram, encontrados nas dezenas de títulos de crédito reconhecidos pelo direito brasileiro. O instrumento será título (referindo-se ao previsto nas leis comerciais ou processuais vigentes) ou outro documento, quando  a dívida não apenas esteja nele caracterizada, mas de cuja verificação resulte a clara informação de seu descumprimento.

Empréstimo é a ação de redistribuir bens financeiros por um determinado tempo entre o devedor e o credor. Este período é chamado de serviço do empréstimo. O principal objetivo das instituições financeiras (Bancos) é conceder empréstimos, os quais geralmente são atribuídos a prestações. As práticas de financiamento mais usadas são geralmente divididas entre 12, 24 ou 36 parcelas. Toda pessoa ou empresa que for adquirir um empréstimo, deve sempre tomar cuidado. Um excesso certamente irá lhe conceder um sobre-endividamento. Com as diversas formas de crédito existentes no mercado e a falta de previsão financeira, podem levar o devedor a contrair dívidas que ultrapassem seus rendimentos, levando o devedor à falência pessoal. O não pagamento das parcelas de um empréstimo podem levar o nome do devedor aos órgão de proteção de crédito (SPC e SERASA), os quais irão restringi-lo a fazer novas operações de crédito.

Fonte:

defendase@andif.com.br 

 


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